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31 de janeiro de 2013 em Moda Comentários (0)

100 vestidos inesquecíveis – O livro

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Pra quem gosta de história de moda e cinema, o livro “100 Unforgettable Dresses” é um prato cheio que conta detalhes de inúmeros vestidos, desde aquele da vingança da Lady Di até o look decotado da J.Lo. O livro fala de vestidos específicos e marcantes, seja na TV, música, passarela e cinema, mas fala também de estilos (e cores!) que transformaram a história do vestuário feminino!

Separamos quatro modelos memoráveis para você ter uma ideia. Aproveite:

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O Little Black Dress foi um marco para Chanel. Foi Coco que dissociou o LBD apenas de ocasiões fúnebres ou mulheres de “reputação questionável” (aspas do livro), transformando num item comum e prático nos nossos armários. Entre outras razões que o livro explica, em 1925 o preto tinha se tornado uma cor muito ‘popular’ seja em exposições, no ramo decorativo, como também na moda, quando Coco decidiu criar vestidos pretos de vários modelos, já que no final das contas era a cor que ela mais usava, até o final dos seus dias. Depois disso é só história e o LBD se tornou universal.

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O Vermelho Valentino também teve destaque no livro, onde ele conta que uma das maiores razões que as celebridades e socialites são obcecadas pelo estilista é que ele vive uma vida como elas. Valentino (Garavani) é excêntrico e tem uma vida glamourosa, com isso acaba entendendo as mulheres – e do que elas gostam – como ninguém! E seu vermelho – “descoberto” – no final dos anos 50 é a síntese desse lifestyle e que segundo ele, é a cor que melhor combina com o clássico preto e branco.

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O Wrap Dress de Diane von Furstenberg também foi lembrando pois se tornou um gesto de modernidade na vida das mulheres. Diane criou o vestido depois do seu divórcio e, com dois filhos pra criar, sua ideia era um vestido prático e feminino. Ele tinha que ser leve, fácil de lavar e colocar na mala, sem contar o preço acessível. Mas, além disso, era um vestido que realçava o corpo, deixava com um belo decote, acinturado, alinhado, porém fluído. Ele funcionava bem para festa, trabalho e, principalmente, para qualquer tipo de mulher. Diane pensou tudo isso em 1978 e até hoje é um vestido necessário e atemporal, depois de toda essa história, impossível não querer um!

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Já no fim da década de 80 e início dos anos 90, um vestido que até hoje dá o que falar! Seja pela obsessão ou sua famigeração por aí! O Bandage Dress pode ser hit, clássico ou over, mas é inquestionável que é um modelo sexy, que valoriza a maioria dos corpos. O livro exalta sua invenção justamente por acentuar e exaltar a curva feminina, graças à inclusão da lycra na fabricação e a técnica ‘construtiva’ das faixas. Ele também fala da linha tênue entre o sexy e o vulgar, mas sem dúvida é um vestido que entrou pra história!


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